Você está atualizado sobre a melhor gestão financeira para sua empresa?

Empreender é, sem dúvida, um grande desafio composto de muitos objetivos, responsabilidades e compromissos.

No Brasil, este desafio torna-se ainda maior, com uma conjuntura econômica dependente em excesso do poder público, uma carga tributária das mais altas do mundo e burocracia em excesso, consumindo tempo e dinheiro e prejudicando o planejamento e a performance dos negócios.

Por este motivo, muitas empresas acabam dedicando-se mais à gestão do dinheiro do que às estratégias de conquista de mercado e vendas, o que é prejudicial para o negócio como um todo, principalmente nas empresas onde o empreendedor tem de ser envolver em todas as questões.

Mas a realidade se impõe, e estar atualizado sobre as finanças do país e do seu setor de negócio é fundamental para uma gestão eficiente. O tempo dos negócios é cada vez mais menor, decisões não podem esperar muito.

Você está atualizada sobre a melhor gestão financeira para sua empresa? Vou dar algumas dicas valiosas para ajudar você e sentir-se mais preparada para os desafios do dinheiro no Brasil.

1 – Você tem um espaço do dia para a leitura financeira?

Decisões financeiras do governo e do mercado podem acontecer em questão de dias e até de horas. Por isso é importante estar atualizado, lendo sites, jornais e revistas online especializados em Finanças.

Eles acompanham todas as mudanças em tempo real, assim você pode entender que decisões tomar para proteger ou investir (muitas mudanças podem ser boas).

Dedique um momento fixo dos seus dias para estas leituras, e isto vai ajudar muito a se atualizar nas notícias que mais impactam seu negócio. Faça uma seleção de fontes e vá eliminando para ter no máximo 3 muito confiáveis.

2 – Que temas financeiros do seu negócio precisam de acompanhamento permanente?

Evidentemente temos de acompanhar tudo em Finanças, pois os fatos se desenvolvem em cadeia. Mas alguns temas certamente são prioritários no dia a dia do seu negócio.

Para muitos, a taxa de câmbio é fundamental – importam e exportam produtos. Para as construtoras, as mudanças nas linhas de crédito imobiliário. Para a maioria das empresas, é preciso estar atualizado sobre o salário mínimo, pois é a base de pagamentos de salários, fornecedores e contribuições.

O mais importante é colar no mural os assuntos que você e sua equipe devem acompanhar mais de perto – e muitas mudanças podem afeta-los sem que a gente perceba.

3 – Participe de eventos, e não só do seu segmento de negócio.

Pode ser um evento setorial onde a sua marca estará exposta. Excelente. Ou um ligado ao setor onde você agregará mais conhecimento. Ótimo.

Ou talvez um evento econômico. Se possível, participe também. Estar nos eventos, do seu setor ou não, ajuda muito a se manter atualizado e ouvir de outros empreendedores e autoridades informações mais objetivas do que está acontecendo.

Não precisa deixar a empresa e frequentar tudo. Mas não desperdice, se tiver a oportunidade de estar.

4 – Invista em seu networking.

Quando começamos a empreender, é natural que parte do networking se distancie, pela afinidade menor com o momento. Mas não devemos permitir que ele se afaste demais.

Ali certamente estão pessoas que também vivem o dia a dia financeiro em outras empresas e estarão sempre dispostas a um café para colocar as novidades em dia. Podem sair ótimas ideias nestes encontros onde não há concorrência.

5 – Qualifique-se sempre.

O mundo financeiro tem muitas rotinas, novas formas de gestão que não conhecemos quando abrimos um negócio. Descobrimos rapidamente, por exemplo, que um Fluxo de Caixa é tão ou mais importante do que saber onde gastamos e quanto ganhamos.

Por este motivo, é fundamental estar sempre se atualizando sobre as técnicas, atuais e novas, de Finanças para entender melhor este mundo e tomar decisões melhores.

 

 

Gerador de Energia: será que você precisa de um?

Seu e-commerce ou negócio físico apoiado em uma loja virtual não podem parar. E sabemos que não é exagero: o mercado online funciona 24 por dia, com milhões de clientes pesquisando, comparando preços e comprando em minutos.

E o que dizer do seu e-commerce de produtos ficar parado por horas por falta de energia elétrica que abastece seus equipamentos? Ou seu estoque de alimentos ficar a noite sem refrigeração?

Podemos imaginar o grande prejuízo de imagem e de investimento que um blackout pode provocar.

Por este motivo, os geradores de energia têm se tornado cada vez mais populares entre micro, pequenas e médias empresas físicas e digitais.

E no meio de tantos desafios de comprar e vender, você deve se preguntar sobre um gerador de energia: será que você precisa de um?

Vamos falar de pontos que devemos considerar para esta questão.

1 – Gerador de energia: você precisa de conservação contínua dos seus estoques

Quem tem um restaurante ou bar conhece bem a situação crítica de passar horas com seus estoques de produtos perecíveis sem refrigeração por falta de energia pública. O prejuízo é grande, você precisa reinvestir e lidar com atrasos de atendimento.

Um gerador de energia pode ser configurado para ser acionado no momento dos cortes de energia, e até mesmo ser a fonte principal de energia nos horários de pico de custo da energia (normalmente das 17hs às 22hs) e todo o período noturno.

Assim se garante a conservação do estoque e uma economia.

2 – Gerador de energia: você precisa cuidar da segurança do patrimônio

Infelizmente a questão da segurança se tornou uma das mais importantes no dia a dia das empresas físicas, que têm equipamentos, estoques e principalmente pessoas trabalhando.

Os equipamentos de segurança precisam de funcionamento permanente para que um blackout na região não seja usado por marginais para assaltos e roubos.

3 – Gerador de energia: você precisa de economia com energia pública

Vivemos tempos incertos com o custo de energia elétrica pública, problemas com investimento, situações críticas de desabastecimento e, consequentemente, o custo sobe e interfere muito na sua lucratividade.

Com um gerador de energia, você pode não só torna-lo a fonte principal de energia como usa-lo desta forma em determinados períodos do dia, especialmente nos horários onde a custo da energia é mais alto – os horários de pico.

Importante lembrar que para definir o perfil do seu gerador de energia é preciso estudar o custo de investimento dele – ou do aluguel – e a estimativa de economia.

4 – Gerador de energia: você precisa preservar seus equipamentos

Muitas regiões do Brasil têm sérios problemas com oscilação de energia e isto pode danificar seus equipamentos.

Os investimentos em novos equipamentos, o prejuízo de reparar e – pior – ficar sem operar por causa disso são grandes e podem levar meses ou anos para recuperar.

Um gerador de energia sustenta o funcionamento dos seus equipamentos e preserva eles dos danos com as oscilações.

5 – Gerador de energia: o seu concorrente tem

Imagine seu negócio em uma região com vários concorrentes, por um polo de venda do seu produto, um corte de energia e a sua empresa é a única que não tem uma fonte de emergência para manter o negócio funcionando.

Um gerador impede que você fique atrás da concorrência e perca vendas por causa de um problema com o fornecimento de energia pública. E sabemos muito bem como a concorrência é cada vez mais acirrada e qualificada, principalmente quando estão muito próximas de nós.

 

Se depois dessa leitura você percebeu que vai precisar de um, dê uma olhada neste site para saber como é possível ter o seu gerador de energia.

3 dicas para manter um relacionamento com quem já comprou no seu e-commerce!

Seu e-commerce é um sucesso de vendas.

Você tem um público-alvo bem definido, que está sendo alcançado com eficiência e tem gerado um ótimo nível de consultas no site e tráfego nas redes sociais e no blog do seu negócio. Seu preço está competitivo, o conteúdo (artigos) gerado cria um engajamento que leva a muitos leads e vendas.

Mas se todo este esforço de semanas ou meses leva seu negócio a ótimos níveis de venda, fidelizar os clientes para que eles voltem a comprar parece um desafio ainda maior.

Afinal, cada produto tem um ciclo de recompra, às vezes muito longo, e se não cuidarmos destes clientes, eles poderão perder contato com a empresa e comprar em um concorrente no futuro.

Pensando nisso, separamos 3 dicas para manter um relacionamento com quem já comprou no seu e-commerce. E transforma-los, no futuro, em novas vendas.

Qual o ciclo de venda do seu produto?

Esta é uma questão importante para definir uma forma de manter um relacionamento com clientes.

Se o seu produto é de venda recorrente – por exemplo, produtos de beleza – certamente precisará de estratégias mais frequentes, de mais presença digital na vida do cliente para que o relacionamento se mantenha.

Por outro lado, em produtos de venda pontual – notebooks, por exemplo – a frequência alta pode surtir até um efeito contrário – o cliente bloquear as suas estratégias e com isso perder um relacionamento que poderia ser uma futura venda.

Como podemos ver, diferentes formas de vender definem estratégias diferentes, neste artigo vamos abordar as ações de uma forma geral, pois cada negócio tem suas formas de gerenciar os clientes.

1 – Crie um canal digital de pós-venda com seus clientes.

Esta é uma estratégia fundamental para não perder contato com os clientes após as vendas.

Podemos usar o mesmo sistema de envio de e-mails para conteúdos de atração e engajamento de clientes para enviar mensagens com novos conteúdos relacionados ao seu negócios e ao produto que ele adquiriu.

Esta ação faz com o que se sinta valorizado e mantenha o interesse no relacionamento. Importante ressaltar que os tipos de conteúdo e a frequência de envio dependem da frequência de consumo, se as vendas são recorrentes ou eventuais, para evitar a superexposição da marca.

Por exemplo, em um negócio de produtos de beleza, você pode enviar boletins de promoções além de artigos e pode ser uma frequência semanal.

É uma forma eficiente de não cair no esquecimento. Veja no link a seguir como acessar um excelente provedor de e-mail para isso https://bonsinvestimentos.com.br/hotmail-entrar-login/.

2 – Ofereça benefícios para fidelizar

Oferecer condições diferenciadas a um cliente que já comprou pode ajudar a mantê-lo ativo com a empresa. Cada negócio tem as suas características e limites orçamentários para oferecer vantagens, mas em suma algumas ações continuam ser eficientes:

  • Desconto em uma próxima compra;
  • Prioridade na compra de um novo produto a ser lançado;
  • Programas de fidelidade;
  • Cupons de desconto no aniversário e em datas especiais.
  • Brindes porque você comprou…;
  • Ofertas de porque você comprou….

Estes e outros benefícios devem fazer parte de uma campanha de marketing estruturada para que cada cliente receba ofertas que estejam diretamente relacionadas ao perfil.

3 – Invista fortemente nos canais de comunicação com os clientes

Pode parecer lógico nestes tempos em que toda a comunicação com os clientes está concentrada nos meios digitais – site, blog, redes sociais – e sem os quais um negócio dificilmente obtém sucesso hoje em dia.

Porém, algumas empresas ainda não dão a devida atenção à qualidade da sua relação com os clientes após as vendas, principalmente quando ocorre problemas.

Os canais devem ser dinâmicos, com profissionais cuidando das mensagens e comentários recebidos, especialmente nas redes sociais onde reclamações ficam expostas para centenas e até milhares de pessoas.

Se anunciar um novo produto no Facebook, por exemplo, prepare-se para responder os comentários.

O Whatsapp também é uma forma eficiente de contato, pela dinâmica e maior pessoalidade (personalização). Você pode enviar mensagens programadas aos clientes. Porém é preciso cuidado com a qualidade do conteúdo e a frequência, já que este aplicativo é mais invasivo e excessos tendem a incomodar muito mais.

 

4 dicas de Marketing Digital para Laboratórios de Análises Clínicas!

Que o modelo digital de negócio é uma realidade e um ambiente praticamente obrigatório para todos os segmentos de produtos e serviços, em todos os portes, não temos mais dúvidas.

É preciso estar online para beneficiar-se do maior mercado consumidor – a internet – onde, com apenas um clique, milhões de vendas são fechadas por dia. Porém, com a entrada de mais empresas a cada dia no mundo digital, surge a pergunta: como administrar um negócio quando todos os concorrentes também estão nesse mercado?

Em um Laboratório de Análises Clínicas, esta questão tem preocupações muito específicas. Afinal, é um ambiente que cuida da saúde das pessoas, onde as reações por estar ali podem ser de alívio ou de angústia. Os resultados podem gerar os mais variados sentimentos.

Chegar no seu Laboratório de Análises Clínicas, vindo de uma estratégia eficiente de Marketing Digital, pode tornar esses momentos menos tensos e ajudar a transformar seu negócio em um lugar mais agradável de estar.

Por isso separei 4 dicas de Marketing Digital para Laboratórios de Análises Clínicas.

1 – Conheça – e revalide – bem o seu público-alvo

Certamente ouvimos isso como premissa em todos os negócios, o que faz com que muita gente simplifique a questão, quando ela merece uma abordagem maior.

No Marketing Digital você pode usar as ferramentas para mapear o perfil de cliente que você quer focar e trabalhar informação e conteúdo para conquista-lo. Este trabalho de mapeamento é feito em várias frentes – site, blog, redes sociais – para atingir volumes de uso diversos.

Mas deve-se partir sempre das definições de quem você quer atender – idade, renda, localização, gênero costumam ser os primeiros e principais fatores. A partir deles você aprofunda com as ferramentas e chega a um universo menor, mas onde as suas ações têm muito mais chance de obter sucesso.

2 – Invista em um Blog de qualidade e que engaje

O Blog é, hoje em dia, uma poderosa ferramenta de comunicação com o público consumidor, tanto com seus clientes para fideliza-los quanto para atrair clientes em potencial.

O trabalho de definição do público-alvo (item anterior) é a base para começar a produzir:

  • Informação (dados da empresa, preços, produtos e características, convênios, promoções).
  • Conteúdo (artigos com temas diretos sobre seu negócio ou relacionados).

Você pode, por exemplo, publicar notícias sobre novas técnicas de cirurgias, mudança nos regulamentos de planos de saúde, campanhas – eventos que estão ligados ao seu laboratório. Isto atrai um público que quer se informar e, aos poucos, dá credibilidade ao seu negócio.

As postagens podem ser simples no começo e ir se aprimorando. Para que alcancem mais leitores, existem técnicas de publicação – o SEO (Search Engine Optimization) – que ajudam s destaca-los nos resultados de pesquisas do Google e das redes sociais.

É importante investir nelas para obter resultados mais rápidos e melhores.

3 – Coloque sua marca nas redes sociais, mas com moderação

As redes sociais são um instrumento fundamental de comunicação digital com o mundo consumidor. Não há uma pessoa que não esteja conectada a uma rede social, lendo conteúdo de várias origens.

Porém investir nelas requer tempo e um custo – que não é grande, mas é um custo e se a rede não dá alcance a um negócio de Laboratório de Análises Clínicas, será um investimento desperdiçado.

Como exemplo, uma consultoria de gestão vai obter poucos resultados no Instagram. O mesmo acontece com uma floricultura no LinkedIn. O Facebook é talvez a única rede social eficaz a todos os negócios, nela o seu Laboratório de Análises Clínicas certamente tem de estar.

É importante definir as redes certas não só para gastar bem, mas para evitar a massificação da sua marca em todos os lugares, desgastando a imagem dela.

4 – Conheça os exemplos de sucesso

Muitas empresas do seu segmento podem estar agora colhendo os lucros do uso de estratégias eficientes de Marketing Digital. Muito podemos aprender numa visita aos seus conteúdos.

Conheça a Minas Labor, uma empresa da área da saúde que tem se destacado ao utilizar o marketing digital e e-commerce em sua estratégia. Acesse http://www.minaslabor.com.br/produto-categoria/materiais-consumo/tubos-microtubos/.

 

4 nichos para você investir já no início de 2019!

O crescimento do mundo de negócios digital trouxe para as pessoas novos produtos, novas tecnologias que mudaram completamente a sua visão sobre consumo.

Consumir deixou de ser apenas ter dinheiro (e juntar) para ir a um comércio e comprar algo que provavelmente usará por pouco tempo, ou comprar por modismo ou consumismo.

Elas querem um consumo mais consciente e uma eficiência muito maior nos seus hábitos de compra, para ter dinheiro e poder consumir em outros itens que lhes dê um prazer maior.

Com isto, o mundo dos negócios precisa se reinventar todos os dias, criando soluções que acompanhem estes novos tempos. Daí surgem segmentos que podem gerar lucros muito bons e diferenciar você no mercado.

Separei 4 nichos para você investir já no início de 2019. Quem sabe em um deles não está o seu sucesso?

1 – Para investir em 2019: Economia Compartilhada

Uber e Airbnb deram a largada em um nicho onde o destaque está no modelo de negócios e não em um produto ou serviço. Aqui se vende consumo adequado – o uso pelo tempo necessário sem adquirir e por um preço justo.

Você pode alugar sua bicicleta ergométrica que virou cabide. Suas ferramentas ou aparelhos que não usa frequentemente – um nebulizador, uma impressora – e até mesmo roupas e calçados de festa.

O público-alvo prefere alugar por um tempo – um dia ou semanas – e por um preço melhor que uma loja – a base do compartilhamento é o home office, não ter os custos de uma loja.

O melhor caminho para começar é um site/blog e postagens atraentes para mobilizar sua rede mais próxima, e depois expandir.

2 – Para investir em 2019: Mercado Pet

Este já se tornou um segmento tradicional na nossa economia, mas a realidade é que ele não para de crescer porque as pessoas estão cada vez mais buscando a companhia de cães, gatos e outros animais.

E a demanda dos serviços é bem localizada – banhos, tosas, consultas, vacinas – o que ainda favorece as lojas de bairro, em que pese grande cadeias estarem na internet vendendo os mais variados produtos.

E é justamente aqui que está a oportunidade: diferenciar-se nos produtos e serviços de vizinhança e tornar-se uma referência. Algumas lojas já oferecem hospedagem, que interessa muito a quem viaja. Outras já fazem a busca e a entrega do animal em casa.

3 – Para investir em 2019: Clubes de Assinatura

Este é outro nicho focado no modelo de negócio e pode atender todos os segmentos. Você pode criar um produto ou usar produtos qualificados de um nicho – cervejas artesanais, por exemplo – e criar um clube onde pessoas pagarão mensalmente para receber uma novidade ou um kit de produtos.

Aqui a aposta está em antecipar ao máximo as novidades, a comodidade que cria a exclusividade por um tempo e, principalmente, o uso eficiente de um site/blog e das redes sociais para publicar conteúdos (artigos) e mostrar o dinamismo.

Um clube de assinatura não pode mostrar estagnação pois a ideia é cativar o cliente justamente com a expectativa do próximo envio.

4 – Para investir em 2019: Importação e Revenda de Produtos

Esse é um nicho que cresce bastante e com um fator que destaca dentre muitas outras ideias de negócio – com a globalização e a possibilidade de grandes empresas venderam itens importados no Brasil, o interesse por eles sempre estará em alta.

E você pode se antecipar às grandes cadeias com um diferencial importante: o custo de operação. É possível instalar-se em home office, começar com um cardápio pequeno de itens com tíquete alto (eletrônicos, por exemplo), expandir e tudo isso com um custo operacional muito menor que as lojas.

Dois fatores são fundamentais neste nicho: investir muito e com eficiência nas ferramentas digitais e qualificar-se bem para o negócio. Você pode se aprofundar bastante e com qualidade através do https://academiadosimportadores.com.

 

Espero que estas dicas te motivem a buscar negócios para investir já no início de 2019. Sucesso!

 

6 maneiras de melhorar o seu Marketing de Conteúdo!

Se você passou algum tempo seguindo o mundo do marketing on-line recentemente, estará muito familiarizado com o termo “Marketing de Conteúdo”.

O Marketing de Conteúdo consiste em criar conteúdo atraente que não seja diretamente promocional, mas que agregue valor ao seu público. Quem dedica tempo à criação de conteúdo personalizado está verdadeiramente interessado em construir relacionamentos com eles.

Um ótimo conteúdo digital pode vir na forma de blogs, infográficos, vídeos, white papers, eBooks e muito mais. O Marketing de Conteúdo feito corretamente é uma das melhores maneiras de construir confiança na marca e direcionamento de tráfego e vendas.

De acordo com o Custom Content Council, porque 61% dos consumidores dizem que se sentem melhor sobre uma empresa que fornece conteúdo personalizado, eles também são mais propensos a comprar dessa empresa. E os profissionais de marketing dizem que eles vão criar conteúdo viral.

O conteúdo só se torna “viral” como resultado da qualidade e dos grandes esforços de distribuição. Usamos algumas maneiras de garantir que seu investimento em conteúdo não seja desperdiçado.

Dica 1: verifique se o seu conteúdo é realmente ótimo.

A web está repleta de conteúdo de baixa qualidade e não precisamos de mais. Se você está planejando investir parte de seu orçamento de marketing em marketing de conteúdo, gaste tempo certificando-se de que seu conteúdo terá a chance de ser escolhido.

Pergunte a si mesmo se o seu conteúdo está realmente fornecendo algum valor exclusivo na web? É algo informativo ou divertido? Uma vez que você possa responder a essa pergunta com um “sim” positivo, estará pronto para iniciar o processo de promoção de seu conteúdo.

Dica 2: compartilhe seu conteúdo com suas redes existentes.

Pode parecer óbvio, mas as pessoas que conhecem você melhor provavelmente lerão e compartilharão seu conteúdo on-line.

Aproveite esses relacionamentos e distribua seu conteúdo para eles antes de fazer mais divulgação. Medir a reação deles por meio de engajamento e compartilhamentos sociais lhe dará informações valiosas sobre como o conteúdo pode ressoar com os outros.

Essa rede também pode ajudar a expor erros ou erros menores antes de atingir um público mais amplo.

Dica 3: compile uma lista de meios de comunicação e publicações.

Basta pesquisar no Google para obter publicações on-line populares e blogs em seu nicho. Você pode começar a compilar uma lista de sites que poderiam potencialmente pegar seu conteúdo.

A maioria dos blogs e publicações on-line fornecem informações de contato ou formulários de registro. Outras plataformas como Buzzstream e Cision podem ajudar você a encontrar blogueiros e jornalistas influentes que possam estar interessados ​​em distribuir seu conteúdo.

Depois de identificar quem você quer alcançar, comece a segui-los por meio de canais sociais e interaja com eles on-line.

Dica 4: crie sua mensagem.

Se você quiser que jornalistas e blogueiros ocupados notem seu conteúdo, você terá que destacar sua mensagem.

Você personalizou sua mensagem incluindo o nome do jornalista e algo do seu agrado? Você explicou por que seu conteúdo pode ser valioso para o público deles? Você respeitou o tempo do jornalista tornando seu e-mail de divulgação o mais claro e conciso possível?

Estas são todas perguntas importantes a serem feitas quando você está elaborando seu e-mail de divulgação.

Dica 5: mantenha seus relacionamentos.

Assim como qualquer outro relacionamento que você tenha em sua empresa ou vida pessoal, mantenha contato com essas pessoas. Você nunca sabe quais oportunidades podem se desenvolver com o tempo.

Só porque um blogueiro ou jornalista não escolheu pegar o seu conteúdo de imediato, não significa que não o fará no futuro. Tudo gira em obter o conteúdo certo na frente deles no momento certo, então continue.

Dica 6: invista tempo suficiente no alcance.

Outro erro que os marcadores de conteúdo iniciantes cometem é que eles não dedicam tempo suficiente aos seus esforços de divulgação e promoção.

Muitas empresas passam semanas ou meses criando um conteúdo incrível, mas apenas uma hora ou duas nos esforços de distribuição. Até mesmo um ótimo conteúdo precisa de muita promoção.

De fato, de acordo com especialistas do setor para cada hora que você investe na criação de conteúdo, você deve investir uma hora em atividades de promoção de conteúdo.

Por exemplo, se você gastar 50 horas criando um infográfico, deverá passar mais 50 horas promovendo-o.

 

Em resumo, certifique-se de ter a estratégia correta, invista tempo igual em criação e distribuição de conteúdo e avalie seu sucesso. O marketing de conteúdo bem-sucedido aumentará as classificações orgânicas e direcionará o tráfego para suas páginas da web.

Supondo que você tenha as chamadas certas para as estratégias de ação e conversão, o resultado final será um aumento na receita.

O futuro de tudo o que importa no Marketing Digital!

Quando o Wall Street Journal teve a audácia de criar uma série de revistas e eventos chamada The Future of Everything, eu tive que me impedir de revirar os olhos.

Mas, então, minha curiosidade tirou o melhor de mim e comecei a ler sobre tudo, desde os problemas com veículos totalmente autônomos até os novos empregos criados à medida que a era da inteligência artificial aparece na próxima geração de software.

Tudo isso me fez pensar sobre o futuro do Marketing. Tendo estado na indústria do marketing digital nos últimos 24 anos, testemunhei o caos total que assolou a indústria (e alguns argumentariam que ainda existe).

Quando comecei minha carreira em 1994, todos os especialistas do setor defendiam que a televisão estava morta e que a mídia de transmissão logo seria substituída pela programação sob demanda.

Vinte e quatro anos depois, a televisão ainda detém mais de 30% do total das despesas com publicidade nos EUA, de acordo com a eMarketer, apesar do declínio nos pontos de classificação bruta e da incrível fragmentação.

Os DVR não impediram os consideráveis ​​investimentos em anúncios de televisão e, no entanto, todas as redes estão lutando para criar seus próprios aplicativos que forçam os espectadores a assistirem aos anúncios para transmitir conteúdo.

Enquanto isso, a Netflix, sem anúncios, continua sendo a plataforma preferida dos cortadores de cabos. Ou pelo menos, é isso que os investidores acreditam, de acordo com o The Wall Street Journal. E de acordo com o Pew, 61% dos jovens adultos nos EUA assistem principalmente a streaming de TV.

O que vem a seguir para o Marketing?

Recentemente questionei o poder que o Marketing de Conteúdo ainda mantém quando atingimos um ponto de saturação. Já temos um mar de conteúdo disponível hoje, com mais sendo publicados a cada minuto de cada dia.

Embora tenha demorado um quarto de século a mais do que os especialistas de 1994 achavam que seria necessário, começamos a ver algumas mudanças fundamentais na forma como as empresas chegam ao mercado. Diversos temas importantes estão surgindo:

Inteligência Artificial

Apesar de todo o entusiasmo, os sistemas inteligentes e o aprendizado de máquina permitem a tomada de decisões em tempo real e estão se tornando mais acessíveis e acessíveis a todas as empresas.

Se seguirmos a sugestão de Wall Street, os operadores de pregão da bolsa de valores simplesmente não conseguiriam competir com o aprendizado de máquina, capaz de analisar mais pontos de dados do que um cérebro humano pode pensar.

O marketing já está nos lances desse caminho de ruptura e será fundamentalmente transformado pela IA.

Automação, Chatbots e Hackers de Crescimento

À medida que as empresas continuarem a minerar seus próprios dados, começarão a automatizar mais seus processos e se tornarão mais interessantes e relevantes para seus melhores clientes.

Embora os chatbots de hoje ainda sejam desajeitados, eles estão melhorando e acabarão se tornando uma ferramenta esperada para resolver problemas.

O espírito de crescimento do hacking permanecerá forte à medida que as empresas procurarem fazer mais com menos, levando a soluções mais voltadas para a tecnologia a problemas comerciais comuns.

Blockchain e Criptomoedas

Para os profissionais de Marketing, o blockchain tem o potencial de recuperar a confiança, a segurança e uma cadeia de valor mais transparente e voltada para o cliente.

Para todos que entraram nas Ofertas Iniciais de Moedas, a criptomoeda ainda tem um potencial incrível para impactar tudo, desde como os consumidores retomam o controle de seus dados (e monetizam seu valor) até os modelos de compensação de marketing digital.

À medida que os problemas são resolvidos, a estrutura de tecnologia subjacente provavelmente levará a algumas inovações e transformações muito necessárias nos modelos de segurança e compensação de dados da publicidade.

Personalização Profunda

Desde que a Peppers & Rogers previu The One to One Future em seu livro dos anos 90, as empresas trabalharam duro para segmentar melhor as personas dos seus clientes e falar de maneira diferente com esses grupos.

No entanto, apenas recentemente a tecnologia foi posta em prática para implantar a verdadeira visão para um futuro de 1: 1. E não se limita apenas ao marketing, pois estamos vendo a ascensão de produtos sendo construídos sob demanda (e não apenas com protótipos de impressoras 3D).

Estamos nos afastando do modelo de produto único para todos em favor de um modelo “construa-me-um-produto-apenas-para-mim”.

Gig Economy

A própria natureza do trabalho mudou. De acordo com um estudo da Gallup, o estado do American Workplace, existem aproximadamente 100 milhões de funcionários em tempo integral e 51% não estão engajados no trabalho.

Ou seja, eles não sentem uma conexão com seus empregos, então eles fazem o mínimo possível. Outros 16% estão “ativamente desengajados”.

Quando você associa isso aos funcionários da agência sendo substituídos pelo trabalho de projeto, o que você obtém é um crescente grupo de recursos freelance e uma série de empresas e sites que atendem à Gig Economy.

Essa força de trabalho sob demanda muda a natureza de como as agências podem e serão capazes de atender seus clientes daqui para frente. Não há indicação de que isso será alterado em breve.

Privacidade

Isso marcará o ano em que os consumidores começarem a retomar um certo grau de controle sobre seus dados pessoais. À medida que os consumidores retomarem esse controle, as empresas precisarão reavaliar como cobram dos consumidores serviços anteriormente gratuitos quando nenhum dado é fornecido.

Isso também tem o potencial de se tornar uma versão on-line da lista “Não ligar” para operadores de telemarketing.

Realidade Virtual e Aumentada

Enquanto ainda está lutando para encontrar massa crítica, o trabalho de Realidade Virtual tem sido impressionante. E sim, claro, há muito mais que está acontecendo no campo do marketing.

Com 6.829 tecnologias de marketing disponíveis hoje, o marketing digital pode ser esmagador. O que não mudou é a necessidade de mapear a jornada de seu cliente e entender como você pode continuar adicionando valor (em vez de apenas vender).

É um momento empolgante para o marketing, apesar da enorme agitação de como costumávamos fazer as coisas.

 

Qual plataforma de E-commerce é a melhor escolha para sua loja online?

Quando se trata de iniciar uma loja online, há muitas coisas a serem levadas em consideração. Uma das partes mais importantes do quebra-cabeça é qual plataforma usar para alimentar seu site de comércio eletrônico.

Eu trabalho para uma agência de marketing de mecanismos de busca e fazemos muito trabalho de e-commerce para nossos clientes. Assim, o que você está prestes a ler é baseado exclusivamente na minha experiência de trabalho com as seguintes plataformas de comércio eletrônico.

Existem duas categorias principais com plataformas de comércio eletrônico:

Hospedadas

Significa que a empresa irá hospedar sua loja.

Auto-hospedadas

Significa que a empresa irá fornecer software, mas você tem que ter seu próprio web hosting.

Para fins de estabilidade, recomendo ir com as versões hospedadas, porque você sempre tem suporte dedicado e as chances de diminuir devido à hospedagem são quase nulas.

A desvantagem do software hospedado é que você terá que pagar uma taxa mensal, e às vezes pode ser muito alto.

Plataformas Hospedadas

Shopify

O Shopify está rapidamente se tornando minha plataforma favorita de comércio eletrônico. A interface do usuário do painel de administração é simplesmente linda. Embora tenha suas limitações, não há muitas coisas que eu não consegui realizar com isso.

A maior desvantagem é a capacidade limitada de alterar a página de checkout. Embora você tenha algum controle sobre isso, é menor. Então, se você está tentando criar a página de checkout exatamente como deseja, o Shopify provavelmente não é para você.

Na verdade, nenhuma das soluções hospedadas oferecerá um processo de pagamento personalizável para que você possa pular a seção auto-hospedada imediatamente.

Uma área onde o Shopify bate facilmente é a concorrência com incríveis aplicativos adicionais. Assim como o seu smartphone, o Shopify tem muitos aplicativos que você pode baixar e instalar em sua loja, o que estende o padrão ou introduz nova funcionalidade. Todo o processo do aplicativo é configurado muito melhor do que a concorrência e eles também têm os aplicativos mais disponíveis.

O Shopify começa em US$ 29 ao mês. E se você usar o processador de cartão de crédito, você só precisará pagar a taxa padrão de 2,9% + 30%. Se você fizer upgrade para um plano mais alto, a taxa por transação será menor.

Volusion

É uma plataforma semelhante ao Shopify, exceto que é cerca de cem vezes menos personalizável. Está completamente bloqueado, então você não pode fazer muito com isso.

Para começar, todo o site é gerado usando apenas um arquivo de modelo principal. Se isso não parecer bobo o suficiente, você também não poderá recuperar informações básicas sobre armazenamento, produtos, categorias ou o conteúdo do carrinho necessário para muitos scripts de acompanhamento de remarketing.

Embora o suporte deles seja responsivo, eles simplesmente não são úteis na maior parte do tempo. Mas talvez seja porque a maioria das questões técnicas que eu perguntei não foram possíveis de realizar em Volusion.

Você pode obter o Volusion por até US$ 15 ao mês, o que é quase 50% mais barato que o Shopify, mas eu não recomendaria.

BigCommerce

O BigCommerce é semelhante ao Shopify e ao Volusion, mas eu classificaria isso mais perto do Volusion do que do Shopify. Embora você possa personalizá-lo um pouco, ele ainda não tem o controle total do Shopify.

Parece que você pode implementar o Google Trusted Stores e o Feed de produtos com suas funcionalidades integradas, mas a tentativa de implementar um sistema diferente provavelmente estaria fora de questão.

Uma área em que o BigCommerce é melhor do que o Volusion seria a interface do usuário do painel de administração. Parece muito mais limpo e é muito mais fácil de navegar.

O BigCommerce começa em US$ 29,95 ao mês e com esse plano você também tem que pagar uma taxa de transação de 1,5%, além de outras taxas de processamento de cartão de crédito. Em outras palavras, você pode rapidamente encontrar-se perdendo dinheiro mesmo ao fazer vendas.

O vencedor!

Das três plataformas de e-commerce hospedadas, acredito que o Shopify é sem dúvida o melhor.

 

Plataformas Auto-hospedadas

Magento

Esta é uma plataforma de e-commerce que existe há muito tempo. Talvez as críticas que estou prestes a desencadear possam ser atribuídas a isso.

Embora usado por uma grande maioria dos grandes sites de comércio eletrônico, o Magento é uma plataforma contra a qual eu aconselharia a maioria das empresas. Existem muitas razões para isso, mas a dificuldade de personalizar seria o meu número um.

A plataforma é como um gigantesco dinossauro complexo que simplesmente não para. Sim, tem muitos recursos e alguns, mas a interface do usuário não é nada amigável. É um exemplo clássico de um produto projetado por engenheiros e desenvolvedores que realmente não entendem o que torna uma interface de usuário excelente.

Outro grande problema que muitas lojas enfrentam é o desempenho terrivelmente lento que surge no Magento. Há muitas coisas diferentes para resolver o problema, mas o fato de você precisar corrigir o problema é um grande problema para mim.

Fora da caixa, o Magento é uma plataforma lenta e, até você passar horas ou dias mexendo com extensões e configurações de armazenamento em cache, provavelmente não ficará satisfeito com seu desempenho.

WooCommerce

Comparar o WooCommerce ao Magento é difícil porque o WooCommerce é um plugin do WordPress, então depende muito do WordPress. Você não pode usar o WooCommerce sem o WordPress.

O WooCommerce é ótimo porque oferece personalização final. Qualquer coisa que você pode fazer com o WordPress, você pode fazer com o WooCommerce. Somente os desenvolvedores do WordPress entenderão o que quero dizer, mas usar ações, ganchos e filtros para fazer melhorias ou alterações na funcionalidade é bastante agradável e eficiente.

Como com qualquer WordPress, os recursos disponíveis são infinitos. Você tem acesso a milhões de temas e plugins para fazer exatamente o que deseja. E no raro cenário em que você precisa de algo personalizado, há muitos desenvolvedores de qualidade esperando para trabalhar.

Como o WooCommerce é um plugin do WordPress, você também recebe todas as novidades que vêm com o WordPress. Isso significa que o blog na sua loja de e-commerce é padrão e tudo é muito bem organizado.

Compare isso com o Magento, onde você tem que instalar uma extensão de blog apenas para começar a blogar.

O vencedor!

Para mim, isso é óbvio. Em 95% dos casos, acho que o WooCommerce é uma escolha melhor e mais segura que o Magento. A menos que você tenha milhões de dólares em seu orçamento de desenvolvimento e manutenção, você não deve realmente tocar no Magento.

Se você usar o Magento, precisará de um desenvolvimento personalizado, mais cedo ou mais tarde, e não há como evitar isso. Na verdade, você provavelmente precisará de um desenvolvedor de plantão 24 horas por dia, 7 dias por semana, sempre que quiser fazer pequenas alterações em sua loja.

Os vencedores!

Então, quem são os vencedores finais aqui? Eu diria que é entre o Shopify e o WooCommerce. Se você é uma grande empresa com muitos produtos, clientes e tráfego, o Shopify é uma opção mais segura, porque você terá um suporte melhor e mais dedicado.

O WooCommerce é perfeito para lojas médias e pequenas que precisam apenas de uma loja para vender algumas coisas e vendê-las corretamente!

 

E-Commerce pode ser apenas 10% do varejo, mas isso não conta toda a história!

Parece que aqueles que passam muito tempo se preocupando com o futuro do varejo caíram em um dos dois campos.

Os Proselitistas

Existem os proselitistas do “apocalipse de varejo” que nos fazem acreditar que virtualmente todas as compras acabarão sendo feitas on-line, que a maioria das lojas físicas está condenada e que qualquer um que diga o contrário é um dinossauro.

Os Negacionistas

No outro extremo do espectro estão os negacionistas que reconhecem que o clima de varejo está realmente mudando, mas que se confortam com o fato de que o varejo físico ainda está crescendo e, mais notavelmente, que o comércio eletrônico representa “apenas” cerca de 10% todo o varejo.

Ambos estão mais errados do que estão certos, e nenhum dos dois fornece um ponto de vista útil ou acionável para marcas ou investidores que buscam tomar decisões críticas.

Vamos ser claros. O varejo físico está longe de estar morto. Não há “apocalipse de varejo”. O comércio eletrônico não está comendo o mundo. Todo shopping não está fechando. E muitas das marcas que todos conhecemos e amamos provavelmente estarão por aí por muito tempo.

Os fatos são claros. Na maioria dos principais mercados, o varejo físico continua a crescer, embora a um ritmo muito mais lento do que as compras online. Muitas lojas continuam a ser abertas, inclusive por algumas marcas que são pouco novas ou “digitais em primeiro lugar”. E é verdade que as lojas físicas respondem por cerca de 90% de todas as vendas no varejo (pelo menos na América do Norte). Daqui a cinco anos, segundo a maioria das estimativas, esse número ainda deve ser bem superior a 80%.

Mas na maioria dos casos, qualquer consolo da narrativa do “e-commerce é apenas 10% de todo o varejo” é – e não há uma maneira legal de dizer isso – simplesmente estúpido.

Em primeiro lugar, essa porcentagem é uma média de toda a indústria, uma fusão de muitas categorias diferentes.

O percentual de vendas de e-commerce varia consideravelmente de acordo com o segmento de produtos, de cerca de 2% para supermercado a mais de 20% para vestuário, até a maioria esmagadora das vendas em categorias onde os produtos podem ser entregues digitalmente, como músicas, livros e jogos.

Então talvez as pessoas no negócio de supermercados possam não estar completamente assustadas com o crescimento e a relativa participação de mercado do comércio eletrônico hoje, mas duvido que você receba a mesma recepção dos executivos da Borders and Blockbuster que não conseguiram ver a onda de ruptura digital há uma década e receberam o dom de “passar mais tempo com suas famílias”.

Pense desta maneira: se você mora nos EUA, no Brasil ou na China ou em qualquer outro país com climas muito variados, você não decidiria qual roupa usar com base na temperatura média do país. Então, por que alguém pensaria em impulsionar a urgência e a direção da estratégia corporativa de sua empresa com base nas amplas médias da indústria?

O outro grande problema com o argumento “apenas 10%” é que ele ignora o impacto econômico marginal de como uma perda (ou transferência) de vendas físicas para canais digitais afeta os retornos financeiros sob circunstâncias específicas do varejista.

Uma marca que fez um bom trabalho de “harmonizar” a experiência do cliente em todos os canais físicos e digitais pode ter mantido a maior parte do potencial de mudança do físico para o digital dentro do seu guarda-chuva corporativo.

Neiman Marcus e Nordstrom (como apenas dois exemplos) podem ter lutado para aumentar as vendas de lojas comparáveis ​​nos últimos anos, mas seu negócio de e-commerce tem sido forte e agora representa mais de 25% da receita total.

Então, claramente, isso pode fazer uma grande diferença, independentemente da média da categoria para o comércio eletrônico, se uma marca captura muito do turno versus muito pouco dele – como muitos outros varejistas legados não conseguiram fazer.

Infelizmente, se alguém trabalha em um negócio onde as margens já estão abaixo da média e há grandes custos fixos de operar lojas e a economia marginal de compras on-line não é boa (provavelmente devido a valores médios de pedidos mais baixos ou altas taxas de retorno de produtos) e a marca não está capturando sua parte justa da mudança de lojas físicas para o comércio eletrônico, então a perda de receita relativamente pequena para as compras on-line pode piorar gravemente a economia geral.

O setor de Lojas de é um bom exemplo desse fenômeno e o que parece cada vez mais uma espiral descendente.

Independentemente de onde uma determinada marca se encaixa nos números de compartilhamento da categoria digital, a potencial desalavancagem de seus custos fixos de loja física e se ela enfrenta o que eu chamo de “dilema de migração omnicanal” exige uma análise detalhada de situações e dinâmicas particulares .

Confiar nas médias raramente funciona sob quaisquer circunstâncias. A milhagem de um varejista individual, sem dúvida, varia.

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